Vereador Severino da Prestação sai em defesa da UCES e das entidades que operam na Zona Azul de Campina Grande
Durante a sessão desta terça-feira (2), o vereador Severino da Prestação usou seu tempo de fala para sair em defesa da União Campinense das Equipes Sociais (UCES) e das demais entidades que atuam na operação do sistema de estacionamento rotativo Zona Azul em Campina Grande.
A repercussão parlamentar do episódio ocorreu na última quinta-feira (28), durante a abertura do Torresmofest, quando houve cobrança indevida de R$ 10,00 pelo estacionamento da Zona Azul, valor superior ao previsto para aquele dia.
Segundo Severino, a própria UCES já divulgou nota de esclarecimento, assumindo o equívoco e informando que o problema ocorreu porque não foi comunicado antecipadamente sobre os valores diferenciados da tarifa: R$ 5,00 na quinta-feira e R$ 10,00 de sexta a domingo. Ainda de acordo com a entidade, assim que foi informado, determinou a correção imediata da cobrança e garantiu a devolução da diferença aos motoristas que se sentiram prejudicados.
O vereador destacou o trabalho histórico realizado pela UCES e outras organizações sociais que atuam no sistema.
“Há quase trinta anos essas entidades prestam um serviço muito importante à nossa cidade. Muitas vezes, em vez de buscar informação, tenta-se criminalizar ou desqualificar o trabalho que realiza. Essa casa já aprovou audiência pública para tratar da Zona Azul, e será uma oportunidade para esclarecer tudo”, afirmou.
Severino também rebateu críticas sobre suposta falta de transparência. Ele frisou que a UCES envia mensalmente sua prestação de contas à STTP, que pode ser acessada por qualquer interessado.
O parlamentar lembrou ainda que a taxa cobrada pela Zona Azul é de R$ 2,00 por duas horas, sem reajuste há mais de dez anos, mesmo com os custos de manutenção e com a necessidade de garantir fundo de reserva para rescisões trabalhistas.
“As pessoas que atuam nessas entidades são, em sua maioria, trabalhadores que não tiveram outras oportunidades. O valor arrecadado mal cobre o pagamento dos operadores, e quando sobra, é preciso reservar para acertar os direitos trabalhistas. Então, antes de falar em caixa-preta, é importante importância a relevância social dessas entidades”, defendeu.








