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Em Pernambuco já se fala abertamente na dissolução da Federação União Progressista

A aproximação dos dois tradicionais grupos políticos, no entanto, começou ainda na campanha de 2024

by Redação
3 de novembro de 2025
in Eleições 2026
Em Pernambuco já se fala abertamente na dissolução da Federação União Progressista

Foto reprodução - Internet

Uma informação que já circula em blogs e portais de Pernambuco como sendo um fato capaz de provocar mudanças substanciais na formação das alianças locais para 2026 também reúne elementos com força de impactar a política na Paraíba.

Na dimensão menor, mas não menos importante, a informação é que o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, teria conquistado liberdade da Federação União Progressista (UP) para fazer movimentos políticos-estratégicos no sentido de viabilizar sua candidatura ao Senado.

Que movimentos seriam esses? O ex-prefeito Miguel Coelho, filiado ao União Brasil, avançou uma aliança com o prefeito João Campos (PSB) com encontros públicos desde fevereiro deste ano. A aproximação dos dois tradicionais grupos políticos, no entanto, começou ainda na campanha de 2024, quando João Campos foi a Petrolina anunciar apoio do PSB à candidatura de Simão Durando, do União Brasil, aliado de Coelho.

Na Federal União Progressista (UB), com a coordenação em Pernambuco sob o comando do deputado Eduardo da Fonte, do Progressistas (PP), também pré-candidato ao Senado, o ex-prefeito Miguel Coelho jamais poderia ser candidato a senador pela legenda do União Brasil em aliança com o PSB. A liberação anunciada para ele ser candidato com o prefeito João Campos quebraria a centralização e a fidelidade na Federal UB.

Neste ponto, entra a dimensão mais ampla das informações que circulam em Pernambuco: a Federação União Progressista estaria se dissolvendo. O blog do Luiz Neto, por exemplo, publicou há dois dias que o único núcleo que ainda resiste à dissolução seria o do ex-prefeito ACM Neto (União), da Bahia.

Levando-se consideração essas informações de Pernambuco, o desfecho para a disputa do controle da Federação UP na Paraíba entre o deputado Aguinaldo Ribeiro e o senador Efraim Filho teria duas novas possibilidades. Se existe a alternativa de liberação como a anunciada para o ex-prefeito Miguel Coelho, abre-se o procedente para o Progressistas liberar a candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro em aliança com o PSB e o Republicanos, que à época das convenções, já será governador.

O outro desfecho seria a dissolução da federação. Neste caso, cada partido – União Brasil e Progressistas – poderiam seguir caminhos próprios.

Qualquer uma dessas soluções – ainda sem debate aberto -, causariam significativo impacto na formação das alianças em torno das candidaturas do vice-governador Lucas Ribeiro e do senador Efraim Filho, e na campanha eleitoral.

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