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Cantor paranaense se torna vocalista de nova formação do Charlie Brown Jr.

by Redação
13 de fevereiro de 2026
in Diversão
Cantor paranaense se torna vocalista de nova formação do Charlie Brown Jr.

PARAÍBA JÁ

“É uma honra muito grande ter sido escolhido dentre todas as possibilidades que eles tinham. […] A gente criou uma família ali, com os mesmos pensamentos e ideias de futuro. Tem sido algo bem legal. São todos monstros da música, que estão na elite em questão de nível musical. São mestres nos instrumentos que eles tocam, têm um nome muito forte no cenário da música e todos eles me receberam muito bem. Eu só tenho a agradecer a toda essa galera”, comentou Carleto.

🎶 Tudo que ele gosta de escutar

Carleto descobriu a paixão pelo rock quando ainda tinha 7 anos. Foi nessa idade que o menino “pé-vermelho” passou a ter as primeiras percepções musicais.

Não demorou muito para que o Charlie Brown Jr. surgisse na vida dele e se tornasse a banda preferida.

“A primeira vez que eu ouvi Charlie Brown, foi a música ‘Tudo Que Ela Gosta De Escutar,’ na casa de um primo, em Apucarana. Eu lembro que, quando ele colocou aquela música, aquilo me despertou muito a atenção. Eu devia ter uns 10 anos”, lembrou o paranaense. 

Carleto passou a acompanhar a banda pelos programas musicais da MTV e Multishow, e gravava os próprios CDs com as canções que mais gostava. Ele também ficava de ouvido ligado nas rádios e telefonava para pedir as músicas favoritas sempre que podia.

Em 2002, Carleto foi presenteado pelo cunhado com um DVD de um show do Charlie Brown Jr. em São Paulo.

“Eu devia ter uns 14 anos quando ganhei de aniversário e comecei a ouvir esse DVD todos os dias. Eu ia para aula de manhã e à tarde eu almoçava e colocava o DVD. Eu acho que fiquei, sem exagerar, pelo menos um ano ouvindo ele do início ao fim, todos os dias. Ali eu realmente virei fã”, relembra.

Cantor paranaense se torna vocalista de nova formação do Charlie Brown Jr.

À esquerda, Chorão e Carleto em 2005. À direita, DVD presenteado pelo cunhado em 2002. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

Em 2005, o cantor teve a oportunidade de conhecer Chorão pessoalmente, durante um show do CBJR na Expo Londrina. Como conhecia algumas pessoas responsáveis pelo som da apresentação, ele conseguiu acesso ao camarim. Na ocasião, Carleto também conheceu os músicos Thiago e André Pinguim, que hoje fazem parte do novo projeto com ele.

“Foi um dia sensacional na minha vida. Eu lembro que eu tava com o uma camiseta do Charlie Brown. Era uma foto do Chorão de 1998. Eu lembro que o Chorão pegou na camiseta e disse: ‘Pô, eu tava mais novo aqui’, daí ele assinou a camiseta e fez uma brincadeira. Ele tava numa ‘vibe’ muito boa naquele dia, então foi um momento bem legal”, relembrou.

🎶 Dias de luta, dias de glória

Aos 15 anos, o jovem paranaense montou a primeira banda com alguns amigos. Na época, o repertório era formado por clássicos do rock nacional e, claro, por canções do Charlie Brown Jr.

O primeiro grupo não deu certo. Depois ele ingressou em outras bandas que também não vingaram. A carreira começou de verdade quando, em 2009, ele passou a fazer parte da Viva V3, grupo de Apucarana, que se apresentava com um repertório variado.

Em 2010 a banda decidiu se dedicar exclusivamente ao repertório do CBJR, surgindo a Viva F3 Charlie Brown Jr. Cover.

“Lembro que, na época, algumas bandas da região estavam se destacando fazendo cover. Aí a gente pensou: ‘Qual banda a gente poderia fazer um cover pra poder ter esse diferencial, apelo comercial e que seja algo que a gente goste?’ Aí veio a ideia do Charlie Brown Jr.”, contou Carleto.

Para fazer o cover, o grupo investiu nos detalhes. Os membros da Viva F3 se caracterizavam com roupas, bonés e até tatuagens falsas, idênticas às dos integrantes da banda. Assim como Chorão, Carleto também se arriscava com o skate em cima do palco.

Segundo o paranaense, até mesmo os equipamentos e instrumentos eram da mesma marca, para trazer a mesma sonoridade da banda original.

A banda se apresentava por todo o Paraná. Mas depois das mortes de Chorão e do guitarrista Champignon, em 2013, a demanda pelos shows aumentou repentinamente. De acordo com Carleto, a Viva V3 chegou a fazer cerca de 80 apresentações por ano, com shows até no Paraguai.

“Quando o Chorão faleceu, muitas bandas começaram a querer fazer cover, principalmente pela parte comercial, de venda. Porém, nós já tínhamos esse cover desde 2010, então já fazia quase três anos nessa época”, afirmou.

🎶 Um dia a gente se encontra

Carleto conheceu o Marcão Britto em 2014. Na época, o guitarrista tinha um projeto com bandas locais, o que possibilitou que eles fizessem um show juntos no Rio de Janeiro. Depois disso, a parceria continuou e eles chegaram a fazer mais de 20 apresentações juntos.

“Ele acabou gostando da nossa banda e viu que realmente nós éramos fãs de Charlie Brown, que fazíamos esse projeto com muito respeito, muito carinho e profissionalismo. Então a gente criou esse relacionamento de amizade durante esse período que ele ficou tocando com a gente”, relembra. Do g1.


 
 

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